I am Legend

A manipulaçao genética de um vírus faz com que seja criada uma praga que aniquila grande parte da Humanidade. Na cidade de NY, Robert Neville (Will Smith) tenta a todo o custo sobreviver e salvar os humanos infectados. Como companhia, tem a sua fiel cadela e em conjunto vão viver aventuras de cortar a respiração. Esta é basicamente a premissa com que iniciamos I am Legend.

Foi com enorme curiosidade que me desloquei à sala de cinema. Trata-se de um filme diferente, em que Will Smith contracena sozinho durante cerca de 3/4 da duração. Existem obviamente falhas em termos de enredo, mas a parte mais forte é claramente a interpretação, que embora distante de um Óscar, é francamente positiva.

É fascinante ver a cidade de Nova Iorque vazia e acima de tudo assistir à progressiva perda da razão de Robert Neville. Pelo meio, algumas cenas cómicas e mutantes em CGI. Em termos de efeitos especiais, penso que deveriam ter ido mais longe, mas no seu todo classificaria I am Legend de “interessante”.

Na minha modesta opinião, tinha potencial para muito mais: o final é demasiado rápido e sem sal, a narrativa poderia ser mais cativante e acima de tudo faltou emoção nas cenas de acção. O que acrescente-se num thriller/drama/blockbuster nunca é bom apanágio…

Cloverfield

Depois de Alias e Lost, JJ Abrams vai lançar no início do próximo ano Cloverfield. Muito se tem especulado acerca deste projecto, dado que pouco tem sido passado para o público em geral. O conceito será essencialmente um ataque a Nova Iorque, efectuado por um monstro, mas que será relatado por alguns intervenientes, na primeira pessoa, ou seja, camera de vídeo.

Digamos que um Blair Witch Project, versão urbana! O único site que apresenta informação acerca do filme está disponível aqui, o que já levou a inúmeras especulações. Fala-se que é um remake de Godzilla, um filme sobre extra-terrestres ou uma ligação a Lost.

Uma coisa é certa: isto é um teaser, confesso que estou curioso. Caso tenham informação relevante, estão à vontade para postar.

Resident Evil: Extinction

A muito custo consegui arranjar algum tempo livre para poder ter um período de lazer. Optei por ir ao cinema, na busca de um filme de acção e a escolha foi simples: zombies e a Milla Jovovich.

Resident Evil: Extinction vai recolocar-nos num mundo povoado por zombies, em que a Umbrella Corporation, responsável pela mutação do vírus, tenta desesperadamente reverter o processo. Os sobreviventes existentes deslocam-se em viaturas pesadas, tentando encontrar humanos a todo o custo.

Alice vai involuntariamente reencontrar-se com Carlos e L.J., na tentativa quase desesperada de atingir o Alasca, local que alegadamente não foi atingido pelo vírus. Pelo meio, vários imprevistos vão surgir e terminamos claramente com a sensação de que vamos ter um quarto filme.

Sinceramente, este é o mais fraco da trilogia, dado que falta conteúdo, mas para quem gosta de acção é uma escolha sólida e que cumpre a função de entretenimento.