Habemus iMac

Em Fevereiro de 2015, tomei a decisão de regressar a um desktop, mais concretamente ao iMac de 21.5 polegadas. Inicialmente a ideia seria adquirir a máquina no primeiro trimestre de 2016 mas consegui obter um desconto interessante e que me fez alterar os planos. Assim sendo, sou o feliz proprietário de um I5 QuadCore a 2.8 GHz há cerca de uma semana. Não vou entrar em grandes detalhes técnicos mas saliento que optei pelo Fusion Drive de 1TB e mantive o formato de 21.5 polegadas.

Tenho a certeza que a minha produtividade e a qualidade dos conteúdos vão sofrer um upgrade substancial, o que me deixa francamente entusiasmado para o futuro deste espaço. No que concerne a esse tópico, contem com um artigo futuro em que vou abordar a importância de 2015 para o desenvolvimento do Portal Pessoal, que teve inequivocamente um boom em termos de visitantes e parcerias.

Para terminar, quero apenas partilhar convosco algumas fotos do unboxing e recolher o habitual feedback.

Dragon Ball – The Fall of Men

Ao longo dos anos, o Dragon Ball não tem sido bem tratado, com adaptações de fraca qualidade , que nada têm acrescentado à saga. Como tal, acabou por ser com naturalidade que um grupo de fãs uniu esforços para criar uma curta, que envolve a narrativa de Cell. Quem acompanhou a série, vai certamente associar os eventos à timeline e acredito que fiquem entusiasmados com os vinte e oito minutos que se seguem.

Há obviamente pontos de melhoria mas no global dou nota elevada a este projecto. Estão prontos para Trunks, Bulma, Krillin, Chaozu e Tenshinhan? Mantenham o segredo mas há uma breve aparição de Vegeta…

Netflix

O meu período de trial termina sensivelmente dentro de uma semana mas a decisão de cancelar a subscrição do Netflix está tomada. Assim sendo, vou aproveitar este artigo para explicar os meus motivos, assim como os prós e contras do actual serviço disponível.

Desde que soube da sua chegada a território nacional que estou muito entusiasmado, embora tenha ficado céptico em relação a valores e sobretudo conteúdos disponíveis.  A ausência de programação 4K não é um deal-breaker para mim mas compreendo a insatisfação generalizada que causou. Um dos grandes entraves para a massificação do Netflix é precisamente a limitação em termos de séries (exclusividade com outros canais de cabo), aliada a um escassez exacerbada de conteúdos.

A mensalidade do serviço parece-me ajustada, com a vantagem de permitir a partilha entre vários utilizadores, o que é claramente uma mais valia. Mas é nesta fase que terminam as vantagens e se destacam as limitações: séries com temporadas parciais, oferta limitada em termos de filmes e escassez de documentários. Saliento que o Netflix apresenta em Portugal um total inferior a 500 títulos, representando a mais baixa oferta disponível em toda a Europa. É evidente que esse ponto vai melhor substancialmente nos próximos meses, o que origina a minha decisão: cancelar esta subscrição e aguardar pacientemente pela disponibilização de conteúdos mais atractivos, o que irá certamente ocorrer em 2016.

Estamos obviamente perante uma decisão pessoal e compreendo que alguns dos leitores possam discordar da minha opinião. Mas nesta fase, o Netflix não satisfaz as minhas necessidades, embora reconheça que é uma lufada de ar fresco. Tenho a certeza que voltarei a ser cliente e só posso sugerir que testem e retirem as vossas ilações.