Sleepy Hollow T.1

Ichabod Crane acorda em Sleepy Follow, duzentos e cinquenta anos após a sua morte, no campo de batalha, pelas mãos do Cavaleiro sem Cabeça. Torna-se evidente que a sua existência está de alguma forma ligada ao Cavaleiro, que reaparece igualmente causando morte e destruição à sua passagem.

Crane alia-se a Abbie Mills, uma tenente da Polícia Local, que procura vingar a morte do Xerife Corbin e evitar o Fim do Mundo como o conhecemos. O enredo está envolto em mistério, com bruxaria, magia e o sobrenatural como pano de fundo. Temos algumas interpretações curiosas da História Americana, com a maçonaria a assumir um papel preponderante.

O vilão principal é Molloch, um demónio que guarda o Purgatório, mantendo refém a esposa de Crane. O seu plano consiste em reanimar os Quatro Cavaleiros do Apocalipse, garantindo dessa forma a sua libertação, com a transição para o Mundo dos Vivos.

A série tem um bom ritmo, com desenvolvimento de personagens e algum humor, sobretudo na adaptação de Crane ao século XXI. Existem algumas revelações no decorrer da segunda metade da primeira temporada, que dão uma nova vida à narrativa, tornando Sleepy Hollow numa experiência interessante e que recomendo.

Estou neste momento na segunda temporada, que está igualmente em bom nível e cujas opiniões estarão disponíveis em breve.

Dungeon League Ep.1

Eis o primeiro episódio desta série, em que vou apresentar-vos o modo “Gauntlet”, cujo objetivo é essencialmente sobreviver, à medida que vamos avançando pelas diversas salas/cavernas da Masmorra.

Em breve, lançarei mais alguns vídeos, em que vou utilizar outras personagens. Se quiserem mais informações acerca deste título indie (que ainda está em desenvolvimento), sugiro o site oficial.

Mais um título europeu!

Uma das minhas modalidades preferidas é sem dúvida o hóquei em patins, muito por “culpa” das enormes selecções que apresentámos nos anos 90. Nomes como Paulo Alves, Pedro Alves, Vítor Fortunado, Paulo Almeida, Rui Lopes, Filipe Santos e Luís Ferreira, para citar alguns, elevaram Portugal ao topo do hóquei mundial.

Seguiu-se um vazio de dezoito anos em termos de Europeu e de treze (até ao momento) relativamente a Mundiais, em que apresentámos bons jogadores mas falhámos enquanto equipa. Com a grande aposta na formação da última década, em que temos vindo a ganhar títulos em quase todos os escalões, tinha toda a confiança que seria apenas uma questão de tempo até voltarmos ás grandes conquistas.

Ontem conseguimos levantar o troféu em Oliveira de Azeméis, sob o comando de Luís Sénica, que apostou numa convocatória assente na juventude e experiência do duo Ricardo Barreiros/ Reinaldo Ventura. Foi um título justo, sendo que acrescentou o bónus de termos goleado por 6×2 o Campeão da Europa (Itália) e a rival Espanha.

2016 está a revelar-se um ano de ouro para o desporto português, mas com particular destaque para o hóquei, onde conseguimos o título europeu em selecções e clubes (SL Benfica). E para esta temporada, o campeonato português promete, com quatro equipas a apresentar plantéis fortíssimos.

Agora que estamos no caminho certo, estou confiante que podemos conquistar à Argentina o título mundial.