Legion of Super-Heroes

O primeiro ato deste filme apresenta a típica cena da destruição de Krypton, mas numa perspectiva de Kara, que é enviada para o Planeta Terra para proteger o seu primo Kal-El. Como é do conhecimento geral, acaba por chegar anos mais tarde do que o previsto, encontrando um planeta que usufruiu da proteção do Super-Homem.

Vamos acompanhar a dificuldade de adaptação de Kara, que não consegue lidar com a ausência de tecnologia. Após uma batalha com Simon Grundy, em que os danos materiais à cidade são significativos, Clark utiliza uma esfera do século XXXI  para levar Kara à sede da Legião dos Super-Heróis.

Após estar definida a premissa narrativa, vamos acompanhar o treino e a desfuncionalidade da equipa, que revela uma incapacidade em unir esforços. Adicionalmente, a presença de Brainiac 5 causa desconfiança, o que será explorado de forma interessante ao longo deste filme.

Sem revelar spoilers, adianto que teremos o habitual ataque na ausência dos professores, que irá criar as condições necessárias para um arco de redenção para Kara e vários dos membros da equipa. Por motivos óbvios, vou manter secreta a identidade do vilão deste filme, que cumpre a sua função de entretenimento. Considero interessante a introdução da sociedade secreta Dark Circle, que tem uma agenda relevante para o desfecho desta aventura, assim como alguns membros da equipa, dos quais destaco Mon-El, Triplicate Girl, Phantom Girl, Invisible Kid e Arm-Fall-Off.

No que diz respeito à animação, a DC tem normalmente um padrão de qualidade elevado, mas confesso que não fiquei impressionado com o sexto filme do TomorrowVerse, que tem uma cena pós-créditos finais que é hilariante, embora perfeitamente irrelevante para o desfecho deste filme.

Mediano
66%

Into the Badlands T.3

No final da temporada anterior, Bajie consegue enviar o sinal para Azra, o que vai revelar-se um erro de proporções gigantescas. Em termos cronológicos, passaram seis meses desde o regresso de Sunny ás Badlands e a guerra entre The Widow e Chau continua a fustigar a população, originando um êxodo massivo de refugiados.

Descobrimos que Henry possui o Dom, o que coloca em causa a sua sobrevivência. Sunny recruta novamente a ajuda de Bajie, que sugere localizar a sua antiga mentora, Ankara. O vilão desta temporada é The Pilgrim, um ex-cidadão de Azra, que possui a habilidade de controlar o Dom e pretende conquistar as Badlands. A sua introdução ocorre no meio de uma batalha sangrenta, em que dois dos seus seguidores dizimam um batalhão de clippers da Baronessa Chau.

Para complicar ainda mais a situação, The Widow recruta Moon para regente, com o incentivo de eliminar Sunny e repor a sua honra. Apesar de ser um fã deste universo, esta terceira temporada é uma verdadeira loucura narrativa, com a introdução de várias personagens interessantes e da ordem Black Lótus, que acabam por ser pouco desenvolvidas. Adicionalmente, o mistério da origem do Dom acaba por ser vulgarizado, sobretudo a partir do momento em que Pilgrim consegue localizar uma câmara anciã que permite atribuir os poderes a qualquer humano.

A grande premissa acaba por ser a união de fações antagonistas, com o objetivo de derrotar o inimigo comum, Pilgrim, que pretende destruir as Badlands. Teremos batalhas épicas, das quais destaco a luta entre a Mestre e Pilgrim, a invasão ao quartel general de The Widow e o derradeiro embate entre Sunny e Pilgrim, com a ajuda de Bajie e Kannin.

Teremos igualmente a morte de algumas personagens relevantes, que lançariam a quarta temporada, que acabou por ser cancelada. Sinceramente, compreendo o motivo para essa decisão, pelos motivos acima expostos. Seria interessante ter uma temporada final, para encerrar esta aventura e desenvolver os verdadeiros motivos para o desaparecimento de Azra, assim como a importância de Sunny como The Catalyst.

Dito isto, para quem acompanha Into the Badlands desde o início esta é claramente uma temporada para acompanhar. Para os restantes, diria que pode ser algo difícil de visualizar, sobretudo nos primeiros oito episódios.

Tweeterhead Superman 1/6

A cada mês que passa fico mais próximo de alcançar a minha visão. Dito isto, a mais recente adição foi o inevitável Kal-El, mais conhecido por Super-Homem.

A escolha recaiu novamente na Tweeterhead, que continua a brilhar com a sua linha 2.0. Apesar da escala 1/6, estamos perante uma estátua com 54 cm de altura e uma presença assinalável.

No que diz respeito à experiência de unboxing, nada de negativo a assinalar. Estamos perante uma art box simples, mas icónica, em que a estátua é o ponto central. Os tons utilizados para o vermelho e azul são adequados, dando vida ás duas cabeças que acompanham esta versão. Diria que a minha única crítica vai para a pintura da zona do cinto, que poderia estar mais bem conseguida.

Como habitualmente, partilho uma galeria de fotos, em que partilho a minha experiência. No global, estou muito satisfeito com esta peça, que complementa a minha linha da Tweeterhead.

Ficam a faltar três estátuas, que entrarão no QG do Portal Pessoal nos próximos nove meses. Fiquem atentos! 🙂

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