Top 5 – 2022

Os dois últimos anos mudaram drasticamente a minha abordagem relativamente ás salas de cinema mas a paixão pela sétima arte permanece bem viva. Assim sendo, está na altura de manter uma tradição do blog, relevando o meu Top 5 dos melhores filmes que vi no ano passado.

Volto a frisar que se trata única e exclusivamente da minha opinião e o critério contempla qualquer filme que tenha visto no decorrer deste ano, independentemente do ano de lançamento.

Termino apenas com algumas menções honrosas, tais como Free Guy, Prey e The Adam Project.

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Star Trek: Strange New Worlds T.1

A décima primeira série do universo expandido de Star Trek traz-nos de volta o capitão Pike, uma figura icónica da série original , mas que foi igualmente relevante no desfecho da segunda temporada de Star Trek Discovery, dando origem a este spin-off.

Ao longo de dez episódios vamos acompanhar as aventuras da tripulação da USS-Enterprise, que irão deparar-se com ameaças constantes e que colocarão à prova a sua resiliência. O fan service é digno de registo, reintroduzindo personagens icónicas como Christine Chappel, Nyota Uhura e Joseph M’benga, que complementam as novas caras, das quais destaco La’an Noonien-Singh, Erica Ortegas e Hemmer.

Após os eventos que ocorrem a bordo da Discovery, o Capitão Pike tenta lidar com a visão que obtém no Mosteiro de Boreth. Para tal, conta com o apoio de Spock e Una Chin-Riley, que irão ajudá-lo a lidar com o peso da responsabilidade de conhecer o seu futuro.

Esta primeira temporada desenvolve de forma muito competente os principais elementos da tripulação, mais especificamente os seus receios e vulnerabilidades, criando um lanço importante para com os espectadores. A narrativa foca-se no Capitão Pike, embora tenha episódios dedicados a explorar o segredo do Dr.M’Benga e Una Chin-Riley, a relação de Spock e T’Pring e uma raça denominada como os Gorn, que está associado a um dos episódios mais icónicos da série original.

Destaco os derradeiros episódios, que são repletos de ação e introduzem duas personagens da série original, que ficarão para já no anonimato. Gostei francamente de Strange New Worlds e das premissas introduzidas, que serão exploradas em 2023, aquando do lançamento da segunda temporada. A simbiose entre personagens icónicas e novas adições é quase perfeita, conferindo uma dinâmica inovadora e que eleva o meu nível de interesse.

Estamos sem dúvida perante uma série de qualidade, que recomendo sem hesitação para todos aqueles que são fãs de Star Trek, mas igualmente para quem procura uma boa série de ficção científica.

Flash T.7

Lamentavelmente este projeto tem vindo progressivamente a perder qualidade e a sétima temporada mantém esta tendência. A narrativa continua a ser repetitiva, o que, em certas ocasiões, resulta numa espiral que nos remete para situações com que a equipa já lidou no passado.

No que diz respeito a antagonistas, temos o fecho de ciclo com a Black Hole, assim como o aparecimento de três personagens (Fuerza, Deon e Psych), que estão ligados a Barry e à Speed Force. Adicionalmente, os derradeiros episódios da temporada ficam reservadas a GodSpeed, que tem um plano para alterar o futuro.

Há uma tentativa de explorar as personagens secundárias da Team Flash, mais especificamente Cecile, Allegra e Chester P Runk, que funciona nalguns episódios, sendo no entanto insuficiente para captar a minha atenção. Contem igualmente com alguns regressos (Nora, Jay Garrick, Wells, Diggle e Sue) e a saída de mais uma personagem icônica da equipa.

Felizmente está confirmado que a oitava será a derradeira temporada desta série. Honestamente, tomei a decisão de continuar a acompanhar The Flash, mas recomendo apenas as primeiras três temporadas, que são claramente as melhores. Gostaria no entanto de obter o vosso feedback sobre este tema. Estão entusiasmado com o rumo da narrativa? Discordam por completo da minha opinião?