Férias 2011 – Hotel Alegre

O ano transacto foi complicado, porque não foi possível ir de férias como é “normal”. Basicamente tive alguns dias em que não fui fisicamente para o meu local de trabalho, mas o descanso foi pouco ou nenhum.

Como tal, estes 15 dias de férias vieram numa altura ideal, em que o cansaço se acumulava de forma alarmante. Metade deste período foi passado no Algarve, mais concretamente em Altura, tendo a segunda parte ficado reservada para o Luso.

Optámos pelo Hotel Alegre, uma mansão restaurada, com apenas 16 quartos, mas com toda a comodidade e qualidade. A sua localização é excelente, com a vantagem de permitir o acesso ao centro da vila em menos de 5 minutos (sem necessidade de carro). Na eventualidade de pretenderem relaxar, existia igualmente a possibilidade de ir para a piscina e beber uns mojitos.

A relação qualidade/preço é francamente positiva e os funcionários são extremamente simpáticos e disponíveis. No global, gostei bastante da experiência e recomendo vivamente a visita ao Luso.

Deixo-vos algumas fotos da galeria disponível no Picasa.

Mas que grandes cromos

Numa estante de casa tenho vários livros, VHS e outras relíquias com valor sentimental. Por acaso encontrei uma velha caderneta de cromos (sim, nos saudosos anos 80 e 90 fazia-se colecção destas coisas) do Mundial Itália 90.

Confesso que é nestas alturas que me sinto velho, mas não trocaria esses pequenos prazeres por nada. Foi muito bom crescer nos anos 80. Deixo-vos algumas fotos das selecções mais importantes… aquelas permanentes deviam precisar de muita manutenção!  Traz-vos algumas lembranças? Reconhecem alguns dos jogadores?

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Transformers: Dark of The Moon

Os Pink Floyd não devem ter autorizado que Michael Bay utilizasse Dark Side of the Moon como título para o terceiro filme da saga, pelo que fomos presenteados com Dark of the Moon. Neste novo episódio da guerra entre Autobots e Decepticons, a narrativa desenvolve-se em torno da corrida espacial dos anos 60, com o objectivo de alcançar a parte obscura da Lua, onde se encontram os destroços de uma nave extra-terrestre.

Sam Witwicky terminou a sua relação com Mikaela Banes (Megan Fox) e tenta desesperadamente encontrar emprego na cidade de Washington. Apesar de ter o carinho e atenção de Carly (Rosie Huntington-Whiteley), Sam tem muita dificuldade em lidar com uma “existência normal”, longe de Optimus Prime e Companhia.

E com estes dois parágrafos, concluo a apresentação do que poderão esperar de Transformers 3 em termos de narrativa. Estamos claramente perante um blockbuster de Verão, com muita acção e extraordinários efeitos especiais. Apesar do hype em redor do 3D do filme, a desilusão volta a ser enorme, excepção feita ás cenas do ataque a Chicago.

A primeira parte do filme tem vários momentos cómicos, proporcionados pela família de Witwicky, Bruce Brazos (John Malcovich), Simmons e os mini-Autobots que vivem com Sam. Pelo meio, temos tempo para apreciar com maior pormenor os atributos físicos de Carly, assim como vários carros de alta cilindrada. Para tornar a experiência ainda mais épica, o filme conta com a participação de Patrick Dempsey, Buzz Aldrin, Frances McDormand e Leonard Nimoy (voz de Sentinel Prime).

Apesar da qualidade das cenas de acção e dos pequenos toques de requinte de Michael Bay, Dark of the Moon é uma desilusão em termos de narrativa. O filme é excessivamente longo, perdendo-se muitas vezes nas missões que cada uma das personagens tem que desempenhar. O resultado final é extremamente previsível e torna-se frustrante o facto de Megatron ser uma personagem secundária em todo o filme.

Para os fãs da franchise, será certamente um filme a ver, porque estão presentes quase todos os ingredientes das aventuras anteriores. Optimus Prime e Bumblebee continuam a ser as estrelas não humanas do filme e algumas das cenas do ataque à cidade de Chicago ficam na retina.

Apenas queria salientar que considero uma heresia ter sido retirada uma quote de Star Trek para utilização num diálogo entre Optimus e Sentinel Prime.