Green Lantern

Por diversas vezes manifestei a minha preocupação com o casting e trailer de Green Lantern. Não sou fã de Ryan Reynolds e não considero que tenha sido uma boa escolha para representar Hal Jordan.

Ontem tive oportunidade de ver finalmente o filme e comprovei grande parte das minhas reservas. Depois de uma série fantástica com First Class, Capitão America e Thor era expectável que o padrão de qualidade descesse. Confesso que no geral, o filme foi melhor do que esperava, mas as minhas expectativas eram francamente baixas. A DC pretende criar uma trilogia para esta saga, o que pode ser muito perigoso, dado que Sinestro tem um papel secundário em todo o filme.

A primeira parte de Green Lantern até começa de forma simpática, com a apresentação das personagens e das suas motivações. O moribundo Abin Sur é o responsável por entregar o anel da “vontade” a Hal Jordan, que irá ter de ultrapassar os seus medos para se tornar no herói que a Terra precisa.

Pelo meio, temos a inevitável femme fatale (Blake Lively), o vilão atormentado (Dr. Hector Hammond) e o colosso invencível (Parallax). Os clichés são uma constante e nem mesmo a presença de grandes actores (Tim Robbins e Angela Bassett) consegue inverter a espiral qualitativa do filme. As cenas passadas em Oa ficaram muito aquém das expectativas, o 3D é inexistente e a batalha final é uma desilusão completa. O único ponto positivo é a sequela, que vai finalmente trazer-nos o “verdadeiro” Sinestro, arqui-inimigo de Hal Jordan.

Para concluir, parece-me importante salientar que o filme é mediano, mas também não é fácil transpor este super-herói para o cinema. Ryan Reynolds não é uma boa escolha, mas tem um desempenho aceitável.

P.S – E por favor, existe mais do que um Green Lantern humano ok? NA JLU a personagem utilizada é o John Stewart.

Warehouse 13

Os agentes Bering e Lattimer fazem parte dos Serviços Secretos, com a importante missão de proteger o Presidente. Numa das suas missões, vão encontrar uma estranha personagem (Artie Nelson), dando início a uma parceria improvável.

Numa questão de dias, os agentes são alocados ao Warehouse 13, uma organização milenar que tem como objectivo a recolha de artefactos com propriedades únicas. A equipa é liderada por Arnie Nelson e conta igualmente com o “suporte técnico” de Claudia Donovan. O responsável pelo projecto é a misteriosa Mrs. Frederic, que faz o recrutamento dos novos elementos da equipa (sem spoilers).

A série faz ligação com Eureka, da qual já falei aqui no blog, contando com algumas participações especiais.  A primeira temporada desenvolve as personagens e apresenta os inimigos e desafios a superar. O enredo é baseado em mitologia, lendas e profecias, o que me faz em parte lembrar o conceito de Sanctuary.

A interacção entre a equipa de campo (Lattimer e Bering) é muito própria, atingindo um nível de amor/ódio. Está actualmente a decorrer a terceira temporada, com algumas alterações (novamente sem spoilers) mas recomendo claramente Warehouse 13.

Para além disso, em quase todos os episódios temos aparições especiais de actores de Firefly, BSG, Stargate Atlantis e Star Trek Voyager. É-P-I-C-O!

Top 10: DC & Marvel (2014)

Os últimos anos foram marcados pelo lançamento de vários filmes da DC e da Marvel, o que representa um sonho tornado realidade para os fãs de BD.  No final deste ano, teremos a oportunidade de ver o filme The Avengers, que representará o culminar do mais ambicioso projecto da Marvel.

Por esse motivo, resolvi criar a lista ou TOP 10 dos meus filmes preferidos, baseados em BD. Penso que será interessante revisitar este tema dentro de uma década e verificar quais as principais alterações.

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