Lakers e o Mercado de FA 2018

Desde o final dos anos 80 que sigo a NBA com especial encanto. A era do Showtime converteu-me num fã dos LA Lakers e permitiu-me assistir à conquista de vários títulos de campeão. Os últimos cinco anos no entanto marcaram uma verdadeira travessia no deserto mas lentamente a equipa tem acumulado talento, fruto de boas escolhas no draft e muitas derrotas acumuladas.

Atualmente somos treinados por um ex-jogador, Luke Walton, que é na minha opinião um dos talentos emergentes da Liga e olhando para  o plantel, temos efetivamente um futuro brilhante. Após termos cedido D´Angelo Russell para libertar o contrato monstruoso de Mozgov, criámos algum cap space para este mercado de Free Agents, em que estarão presentes nomes sonantes como PG13, Chris Paul, Boogie Cousins, Lebron James ou Kevin Durant.

A entrada de Magic Johnson e Rob Pelinka para o front office mudou radicalmente a perspectiva da equipa, que conseguiu trazer jogadores de qualidade para contratos de um ano, que ajudaram a tornar LA num destino bem mais apelativo. É um facto que não vamos manter KCP, Isaiah Thomas e Brook Lopez mas a troca com os Cavs antes do All Star Game permitiram a cedência de Clarkson, com o “sacrifício” de Larry Nance Jr no negócio em questão.

Todas estas movimentações garantem que estarão disponíveis valores suficientes para trazer um ou dois jogadores pelo valor máximo. Mas será essa a melhor solução?

O atual plantel garante qualidade e longevidade, dado que são jogadores abaixo dos 24 anos. O núcleo composto por Lonzo Ball, Josh Hart, Brandon Ingram e Kyle Kuzma permitem encarar com optimismo o futuro, sendo igualmente fundamental trazer Randle de volta, com um contrato justo e que valorize o atleta. Cumprida essa lógica, falta atacar o mercado, na minha opinião com foco no médio prazo.

Paul George é o jogador que precisamos, dado que é um All Star que manifestou interesse em representar os Lakers. Com esta adição, estaríamos um passo mais próximo dos playoff e teríamos um mentor para estes jovens jogadores. Na posição de Poste, temos atualmente duas esperanças, Thomas Bryant e Ivica Zubac, mas poderíamos perfeitamente tentar Boogie Cousins, pelo preço certo. Digo isto porque vem de uma lesão no tendão de Aquiles e irá pedir um contrato máximo, algo que seria imprudente da nossa parte.

Em relação ás restantes vedetas a minha opinião é a seguinte: CP3 ficará em Houston e terá a companhia de Lebron, que vai tentar finalmente derrotar os Warriors, que irão obviamente manter Kevin Durant. Acredito que a manutenção de Randle e adição de PG13 vai colocar a equipa nos playoff, sendo igualmente necessário reforçar o plantel com lançadores exteriores.

O contrato de Luol Deng vai continuar a fazer mossa, mas diria que é ponto assente nesta fase que nenhuma equipa o vai absorver sem o sacrifício de mais um jovem de qualidade. A minha previsão para 2019 será que os Lakers conquistam 51 vitórias e estarão presentes nos playoff.

Moche XL eSports

Nos últimos anos o eSports em território nacional passou a ter uma abordagem mais profissional, com a criação de uma Federação e um investimento progressivo e consolidado. Para os mais cépticos, o termo “modalidade” pode ser considerado um exagero, mas a sua integração nos Jogos Olímpicos de Inverno confirma precisamente a minha afirmação.

Quem segue internacionalmente este fenómeno, pode facilmente constatar que estamos perante uma uma indústria que movimenta milhões e que tem ganho uma legião de seguidores na Europa, à semelhança do que já acontece na Ásia e Continente Americano.

São diversos os géneros de competição, com destaque para jogos como CS GO, DOTA 2, Hearthstone, LoL e Starcraft, entre muitos outros. Existem inclusivamente canais de TV dedicados exclusivamente a este desporto, assim como uma cobertura mediática acentuada, tornando os membros das equipas em verdadeiras celebridades.

Dito isto, está na altura de partilhar a minha experiência acerca do primeiro (grande) evento nacional de eSports que decorreu numa data especial, o dia de Portugal (10 Junho). A Altice Arena foi o palco escolhido, tendo decorrido quatro competições abertas a equipas e jogadores internacionais.

O main event ficou reservado para CS:GO, mas o torneio de LoL foi igualmente interessante, sem esquecer Clash Royale e o incontornável FIFA18. Em paralelo, foi criado um espaço para a comunidade gamer, com Lan Parties, assim como possibilidade de assistir a conferências onde foram divulgadas startups e futuros lançamentos.

Por último, tivémos igualmente a zona retro, em que foi possível testar alguns computadores e consolas do nosso passado, assim como conhecer alguns YouTubers convidados. Para quem está habituado a visitar a Comic Con ou mesmo a LGW diria que este evento não trouxe muito de inovador, excepção feita ao torneio, que distribuiu prémios no valor de 100 mil euros.

Estive presente no Domingo e assisti à competição de CS:GO, ganha pela equipa dos SK Gaming, numa final bem disputa frente aos Hellraisers. O pavilhão esteve cheio e a fervilhar de energia, contribuindo para um grande ambiente, que tem segunda edição confirmada.

Parece-me igualmente destacar que o stream no Twitch foi acompanhado por 51 mil pessoas, o que prova sem dúvida a ascensão meteórica deste tipo de eventos. Antes de terminar, gostaria apenas de saber se estiveram presentes e qual a vossa opinião? Seguem este fenómeno ou têm alguma opinião formada acerca do tema?

Strikers Edge Ep.5

Com a derrota do General Gnaeus, termino o modo campanha de Strikers Edge. Apesar de curto, foi uma experiência muito agradável e espero que tenham gostado.

Diria que este jogo brilha no modo online, opção que irei utilizar futuramente e que poderá resultar num vídeo. Caso tenham interesse, deixem por favor um comentário.