Hero Mask T.1

O Netflix tem sido o meu repositório mais frequente em termos de conteúdo anime. Recentemente, tive oportunidade de ver a primeira temporada de Hero Mask e resolvi partilhar a minha experiência convosco.

A narrativa decorre numa versão alternativa de Londres, em que vamos acompanhar James Blood, um agente da divisão SSC (Special Service of Crime), que investiga casos de crime organizado extremo. A série é escrita e realizada por Hiroyasu Aoki e retira inspiração clara da personagem de James Bond, assim como dos clichés dos heróis de ação dos anos 90.

Tudo começa com o assassinato de Monica Campbell, que coincide com a sua investigação à LIVE Corporation. Posteriormente, a esquadra das forças policiais é atacada por um inimigo de James Blood, que deveria estar morto mas que ostenta uma estranha máscara, que lhe fornece resistência às balas e uma força sobrenatural.

Esta premissa vai lançar uma investigação acerca desta máscara, que se revela uma peça de tecnologia altamente evoluída e que tem ligações evidentes com a LIVE. Blood une esforços a Sarah Sinclair, a protegida de Monica Campbell, que jura levar os responsáveis à justiça.

A série está bem conseguida, resultado de uma história envolvente e que se foca bastante no desenvolvimento de personagens. O ritmo nem sempre é o ideal, mas Hero Mask brilha na forma como consegue envolver-nos na busca da verdade. Não sendo brilhante, diria que foi positivo o suficiente para me convencer a investir na segunda temporada, que estreia a 23 de Agosto de 2019.

Setup 2020

Chegou aquela altura em que partilho habitualmente o aspeto do meu setup para o ano em questão.

Em 2020, existiram ligeiras alterações face ao ano anterior, sendo a adição de Optimus Prime o grande destaque. Volto a frisar que o grande objetivo deste tipo de artigos é documentar a evolução do espaço e recolher algum feedback da vossa parte.

Assim sendo, convido-vos, ou melhor, desafio-vos a partilhar fotos dos vossos setups e do que valorizam em termos de design e apresentação.

This slideshow requires JavaScript.

The Defenders

O universo Marvel que foi criado na Netflix é fascinante e The Defenders continua a explorar a temática da organização criminosa The Hand, levando-nos finalmente a conhecer as suas verdadeiras intenções. Os primeiros episódios são dedicados a enquadrar a narrativa, envolvendo inicialmente de forma indireta todos os heróis, que acabam por formar uma equipa disfuncional mas focada em salvar a cidade de Nova Iorque.

Vamos igualmente conhecer os cinco dedos da Mão, que é liderada por Alexandra (Sigourney Weaver), assim como os segredos para a aparente imortalidade dos seus membros. A narrativa central assenta na necessidade de capturar Danny Rand, que aparenta ser a chave necessária para desbloquear algo místico que The Hand pretende obter.

Com o objetivo comum de travar a destruição de Nova Iorque, Jessica Jones, Luke Cage, Daredevil e Iron Fist juntam forças, com a ajuda de Stik, o velho mestre de Matthew, que está infimamente ligado à história de K´un Lun e Danny Rand.

Pessoalmente, gostei bastante desta série, dado que combina múltiplas personagens das séries da Marvel, num puzzle que lentamente vai sendo construído e que, de forma inteligente, lança algumas premissas interessantes  para a terceira temporada de Daredevil e a segunda de Luke Cage e Iron Fist.

Vou evitar os spoilers mas posso adiantar que o antagonista principal é uma personagem importante do universo Marvel, infimamente ligado a Daredevil e que as coreografias de luta estão extremamente bem conseguidas. Por último, salientar o quão bem funciona a disfuncionalidade entre os membros da equipa, que apresentam visões e princípios opostos, mas que no final acabam por unir esforços para derrotar a Mão, após uma batalha épica nas catacumbas de Midland Circle.