Wishlist Aniversário 2021

Após um ano desafiante e com circunstâncias únicas, existem certas tradições que devem permanecer. Como tal, segue a lista de desejos para o meu 43º aniversário, porque mais do que nunca é fundamental rodear-me do que mais gosto.

Wonder Woman by Azzarello & Chiang Omnibus

Green Lantern by Geoff Johns Omnibus Vol.3

The Smashing Pumpkins – CYR

The Flash by Geoff Johns Omnibus Vol.1

Invincible Compendium Vol.3

Xbox One – Marvel Avengers

Carteira WalliM Midnight

Google Nest Hub

Ao longo dos anos tenho investido em tecnologia que me permita controlar e monitorizar remotamente alguns aspectos do Quartel General, mais especificamente luzes, temperatura, humidade e abertura de portas.

O Google Nest Hub é apenas um complemento, mas que resolve algumas das limitações do Home Mini. Estou a utilizar este assistente pessoal há cerca de quatro meses e estou bastante satisfeito com a sua performance. Para além das funções básicas, permite a integração com o Apple Homekit, o ecossistema da minha escolha, o que facilita bastante a configuração e integração no meu quotidiano de QG inteligente.

Nesta fase, conseguem obter uma unidade por valores que oscilam entre os 40 e os 60 euros, o que na minha opinião, é um excelente negócio. Dado que não tenho necessidade de uma camera, optei por este modelo mas a Google disponibiliza versões adicionais, que incluem essa característica (Nest Hub Max).

A qualidade de som e vídeo cumprem a sua função, permitindo a integração com uma série de serviços de streaming, para além das funções standard de assistente pessoal. À data de publicação deste artigo, o meu Google Nest Hub reside na mesa de cabeceira, onde é maioritariamente utilizado para stream de musica e podcast, para além de controlo e monitorização de luzes e regras do Homekit.

Se estão em busca de algo semelhante e o vosso orçamento é limitado, esta é uma escolha a ter em consideração.

Wonder Woman 1984

A DC tem falhado de forma consistente nos últimos anos, mas no que diz respeito a Wonder Woman, a escolha de Gal Gadot foi perfeita, tendo originado, na minha modesta opinião,  um dos melhores filmes de super-heróis dos últimos anos.

O cenário de pandemia que vivemos atrasou, por razões óbvias,  as estreias dos principais projectos mas eis que finalmente tive a oportunidade de ver a sequela, que conta, uma vez mais, com a realização de Patty Jenkins. O facto do argumento ter a contribuição de Geoff Johns aumentou o meu nível de confiança, embora reconheça que não fiquei convencido com os trailers apresentados.

A narrativa retoma na década de 80, onde encontramos uma Diana Prince que trabalha como curadora num museu, embora continue a combater o crime, de forma anónima. O acto inicial marca o tom do filme, apresentando-nos uma Wonder Woman amargurada e com claras dificuldades em gerir a perda de Steve Trevor.

Maxwell Lord (Pedro Pascal) e Cheetah (Kristen Wiig) são os vilões desta aventura, que irá incorporar um artefacto antigo que aparenta conceder qualquer desejo, embora a um custo elevado. O desenvolvimento destas duas personagens é intrigante e acaba por impedir que o primeiro acto seja um falhanço completo.

Não compreendo minimamente a decisão de trazer Steve Trevor para a sequela, dado que pouco ou nada acrescenta à história, repetindo inclusivamente algumas das premissas do filme original. Existem no entanto alguns momentos cómicos que envolvem Diana e Steve, tendo como pano de fundo o estilo dos anos 80.

As cenas de ação são aceitáveis, embora o CGI deixe algo a desejar, em determinados momentos. Infelizmente, a presença de Gal Gadot é insuficiente para converter os 151 minutos de WW 1984 em algo digno de referência positiva. O terceiro e último acto engloba a batalha com Cheetah e uma série de decisões que moldam o desfecho final desta sequela, que ficou muito aquém das minhas expectativas.

Pelas razões acima mencionadas, sou forçado a conceder que WW 1984 é, para já, a minha desilusão cinematográfica do ano. Gostaria de ter visto uma narrativa distinta, que se focasse num Maxwell Lord mais fiel à BD e numa Cheetah que pudesse converter-se numa ameaça clara a Diana Prince, algo que não é visível neste filme.

Espero sinceramente que a DC aprenda com este falhanço, mantenha a confiança em Gal Gadot e aposte forte para a conclusão da trilogia. Para terminar, peço-vos apenas que vejam a cena pós-créditos, que tem algo relevante em termos de fan service.

Mediano
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