Live Free or Die Hard

Sou grande fã de Bruce Willis e como tal não podia deixar de ir ver o mítico Die Hard. Confesso que o primeiro, vulgarmente conhecido como Assalto ao Arranha Céus é excelente e qualquer um dos seus predecessores será sempre inferior, mas a personagem de John McClane é tónico suficiente para justificar a ida ao cinema.

O que pode dizer é que são 97 minutos frenéticos, repletos de acção, com efeitos especiais e coreografias verdadeiramente geniais. Não esperem grande conteúdo em termos de narrativa ou mesmo uma sequência lógica. Os elementos cómicos continuam presentes, com o choque tecnológico entre McClane e os hackers informáticos.

Este filme representa o regresso aos blockbusters de acção e mostra-nos que ainda é possível ter esperança num futuro melhor, pelo menos enquanto Bruce Willis estiver presente para dar cabo do canastro dos maus da fita.

Fantastic Four 2

Estava com o Zodiac ou Ocean´s 13 debaixo de olho mas acabei por ir ver mais um filme baseado em personagens da Marvel. O motivo foi que os meus acompanhantes já tinham visto os dois títulos que citei anteriormente.

Assim sendo, embarquei na viagem sabendo que não ía ver nada que me fosse cativar particularmente e o resultado final foi.. precisamente esse!

Destaque óbvio para os efeitos especiais, assim como para a participação de Lawrence Fishburne (voz do Silver Surfer) e claro a Jessica Alba.

Fantastic Four 2 mantém a linha do original, com o regresso de Victor Von Doom e com a apresentação do Surfista Prateado. Nesse ponto o argumento está interessante, porque se mantem fiel à obra de Stan Lee. Caso tenham necessidade de saber mais acerca desta personagem recomendo o link em questão.

Para além do que mencionei não me ocorre nada de relevante, pelo que recomendo este filme a fãs da BD e pouco mais.

Pirates of the Caribbean: At World´s End

Eis que chega ao fim a saga dos Piratas embora tudo tenha ficado em aberto e francamente não me surpreenderia se Johnny Depp e companhia regressassem para mais aventuras.

At World´s End retoma a timeline do seu predecessor , em que a tripulação do Black Pearl vai ter de salvar o Capitão Sparrow do terrível castigo imposto por Davy Jones. A partir desse momento, uma série de acontecimentos culmina numa batalha final entre os Piratas e a East India Trading Company, que tem como aliado o navio The Flying Dutchman.

Pelo meio, vai ser apresentada a verdadeira história de Davey Jones e Calipso. Como filme, considero este terceiro episódio superior a Dead Man´s Chest, com mais acção, excelentes momentos de humor e claro, a fantástica personagem de Jack Sparrow. Nota para a participação de Keith Richards e para os extraordinários efeitos especiais.

Em suma, esta “trilogia” termina com relativa qualidade e as três horas de filme, apesar de parecerem excessivas, decorrem com grande fluidez.