Uma aliança improvável entre Joe Miller e a tripulação da Rocinante marca a segunda temporada de The Expanse. Durante os treze episódios vamos obter mais informação acerca da protomolécula, que aparenta ser de origem extra terrestre.
A estação de Eros converte-se no ponto de origem para uma série de eventos que criarão um cenário de crise inesperado, colocando a sobrevivência do planeta Terra em causa. Paralelamente, vamos conhecer em pormenor as restantes fações, mais especificamente Marte, Belters e a OPA.
Na Terra, continuam os jogos políticos entre Errinwright e Avasarala, que passa a contar com a preciosa colaboração de Cotyar. Salientaria, no entanto, que o momento mais importante da temporada acaba por ser o ataque na estação de Ganymede, que precipita um clima de guerra entre Marte e a Terra.
Avasarala convence o Conselho a mediar uma cimeira de paz, que se converte no início da proclamação de guerra, por motivos que devem permanecer em segredo, para evitar spoilers. A narrativa retoma à Rocinante, liderada por James Holden e que conta com um novo membro, Prax, um botânico que será fundamental na missão em Ganymedes.
A temporada termina numa situação de risco para Avasarala, que conta apenas com a proteção da renegada marine marciana Bobbie Draper e com uma inesperada revelação de Naomi, que irá afectar profundamente o nível de confiança da tripulação da Rocinante.
The Expanse continua a ser uma das minhas actuais séries de referência de ficção científica e a terceira temporada promete ser repleta de revelações e decisões fundamentais para o futuro da Humanidade.
Hugo Cardoso
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