A temporada anterior não me convenceu na totalidade, mas esta saga que envolve Invictus conseguiu rejuvenescer o meu interesse nas aventuras de Gary e Quinn. A equipa está “naufragada” no Final Space, uma dimensão paralela em que os Titãs se encontram aprisionados.
Com a ajuda de Bolo, os nossos heróis alcançam o Planeta Terra, que se encontra igualmente perdido nesta dimensão. Após localizarem Kevin Van Newton, o maior génio da robótica, a equipa aposta num plano que visa a criação de uma ponte hiper-dimensional, que lhes permitirá sair desta dimensão e manter Invictus prisioneiro.
Ao bom estilo da temporada original, a narrativa está repleta de imprevistos, com o ressurgimento de vilões e o sacrifício de várias personagens, no sentido de garantir a sobrevivência da equipa. Os pontos altos são Tribore e o seu filho Quatronostro, que são absolutamente hilariantes, bem complementado pelo humor habitual de Gary, KVN e H.U.E.
Vamos ser introduzidos a segredos do passado de Avocato, que terão uma importância fundamental no desfecho desta temporada, que é simplesmente soberba. Os dois últimos episódios estão incrivelmente bem conseguidos, com um equilíbrio entre ação e desenvolvimento de personagens, que nos deixam ansiosos pela quarta temporada, que lamentavelmente não está prevista no futuro imediato.
Espero sinceramente que Olan Rogers e a sua equipa consigam os apoios necessários para concluir esta história, que tem tudo para converter-se numa referência do género. Lamentavelmente, a série foi cancelada, não existindo planos para a criação da quarta temporada, que irá concluir o arco narrativo de Gary, Quinn e Mooncake!
Hugo Cardoso
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