Há cerca de trinta dias que tenho estado a utilizar diariamente o Pokémon GO, um jogo desenvolvido pela Niantic Inc. em conjunto com a Pokémon Company. Como quase sempre, a Nintendo acertou na sua escolha, focando o marketing do produto na mobilidade e exercício físico, como forma de combater o sedentarismo.
Estão disponíveis 151 Pokémon nesta fase, que podem ser capturados em cenários de realidade aumentada. Temos igualmente uma componente de estratégia, que implica gerir os items à nossa disposição, no sentido de maximizar os recursos disponíveis.
O sistema actual permite que o jogador suba de nível, mediante o cumprimento de determinados valores de XP, sendo necessário para tal que capture ou evolua um determinado número de personagens.
Estamos perante uma experiência viciante, num jogo que é gratuito e que ainda não foi invadido por in-app purchases. Pessoalmente, já estou a perder algum do interesse inicial, algo que era previsível, face ao actual número de jogadores.
O público alvo de Pokémon Go reside na faixa etária até aos 17 anos mas curiosamente o maior volume de utilizadores são os adultos, algo que é sem dúvida fascinante. Mais interessante ainda tem sido o hype criado, com vários empresas de telecomunicações a criar pacotes de dados específicos e com a inevitável escalar das vendas de powerbanks.
Caso pretendam partilhar algumas das vossas experiências, convido-vos a fazê-lo na caixa de comentários. Da minha parte, estou na missão de encontrar o meu Holy Graal (Charizard ou Pikachu). Desejem-me sorte! 🙂
Hugo Cardoso
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