O esperado regresso de Sherlock ocorreu no início de 2017 e traz-nos um caso peculiar, que envolve bustos de Margaret Thatcher, Sherrinford, um assassino em série, Moriarty e uma morte inesperada. Uma vez mais a narrativa é excelente, repleta de drama e situações inesperadas, com destaque para o evoluir da revolução entre Sherlock e Watson.
O que parecem ser três episódios soltos e sem ligação aparente, convertem-se em algo convergente, que termina com uma revelação importante e que pode mudar o paradigma da própria série. Gostei particularmente da carga psicológica desta temporada, em que temos sistematicamente a sombra de Moriarty a pairar. De realçar igualmente a relevância atribuída a personagem de Mycroft, uma das minhas preferidas e aos apontamentos humorísticos de Mrs Hudson, que são simplesmente soberbos!
No entanto, nem tudo são rosas e confesso que o derradeiro episódio é provavelmente o mais fraco das quatro temporadas, embora tenha aberto algumas oportunidades para uma eventual quinta aventura desta dupla. Recomendo vivamente que acompanhem este fantástico reboot do detective mais famoso do Mundo e como sempre, partilhem a vossa opinião na caixa de comentários.
Hugo Cardoso
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