Lost in Space T.2

A segunda temporada vai acompanhar a saga da família Robinson, que se encontra “encalhada” num planeta com atmosfera repleta de metano. Para aumentar as probabilidades de sobrevivência, optam por adaptar uma parte da estrutura da nave para criar uma estufa.

Maureen continua a encontrar forma de carregar as baterias da Jupiter 2, mas a realidade é complexa, levando a seis longos meses no planeta em questão. Com o auxílio da Dra Smith (nada de spoilers), vão conseguir encontrar uma estranha infra-estrutura e partir na direção da Resolute.

Como não podia deixar de ser, os desafios são constantes e a Resolute encontra-se à deriva, praticamente sem energia, por motivos que irão ser explicados ao longo dos 8 episódios seguintes. Vamos ser apresentados a novas personagens, que serão relevantes para a narrativa mas no global, esta segunda temporada é claramente inferior.

Existem poucas explicações e não gosto particularmente da “liberdade” quase total que a família Robinson tem, sobretudo se consideramos a hierarquia da missão em que estão envolvidos. A narrativa vai introduzir um novo robot, apelidado de “Espantalho”, que apesar de ter uma função, acaba apenas por ser um complemento que pouco acrescenta ao resultado final.

O décimo episódio termina num cliffhanger, como expectável, numa decisão que pode criar uma nova dinâmica para a terceira temporada ou arruinar por completo a série. Veremos em Abril deste ano se Lost in Space continua a merecer o destaque como uma série relevante em termos de ficção científica.

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hugocardoso

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