Terminator: Dark Fate

Tim Miller é o realizador que tenta recapturar a essência da saga Terminator, que volta a contar com a colaboração (produção e co-argumento) de James Cameron. Desta vez, vamos acompanhar a história de Dani Ramos, que se irá converter na salvadora da Humanidade, muito ao estilo de John Connor.

Existem muitas similaridades com os dois filmes iniciais, embora exista uma tentativa de enquadrar esta aventura na timeline da saga. Sem colocar spoilers, são enviados dois elementos do futuro: Grace, uma cyborg que tem como missão a proteção de Dani e um Exterminador, modelo Rev-9, que é praticamente indestrutível e tem a capacidade de se duplicar.

O primeiro acto serve essencialmente para definir a premissa do parágrafo anterior, para além de explicar a história de Sarah Connor, que acaba por ter um papel relevante no desfecho final. As cenas de ação estão bem conseguidas e apesar de existirem alguns momentos inesperados em termos de narrativa, a realidade é que Dark Fate nunca consegue alcançar o patamar seguinte.

Como habitualmente, vou evitar os spoilers mas considero que, apesar de tudo, este é o terceiro melhor filme da saga. Diria que a presença de Linda Hamilton e Arnold Schwarzenegger são fundamentais para o aumento de qualidade na narrativa, que tem em Grace a sua personagem mais forte, em parceria com Gabriel Luna, que tem um extraordinário desempenho no papel de Rev-9.

Para terminar, diria que Dark Fate é um bom filme pipoca, que consegue melhorar o caminho seguido em Salvation e Genisys, apesar de ter sido uma desilusão em termos de receita de bilheteira.

Mediano
71%
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hugocardoso

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