Após a derrota de Mallus, a equipa passa por um curto período de sucesso, que os coloca num patamar distinto junto do Time Bureau. No entanto, e ao bom estilo de Legends, são informados por Constantine de uma ameaça mágica que promete alterar a História como a conhecemos. O primeiro episódio transporta-nos para Woodstock e envolve unicórnios, mantendo a habitual componente humorística que caracteriza a série.
No que diz respeito à equipa, contamos com a adição de Constantine, Charlie e um papel mais activo de Gary. Vão existir alterações na dinâmica, sobretudo nas personagens de Hank e Ray Palmer mas no global a narrativa garante entretenimento, lançando uma premissa muito interessante para a quinta temporada.
A introdução da magia no quotidiano diário permite aos argumentistas uma liberdade quase completa, que é bem visível nos episódios de Salem, Londres, Paris e México. Saliento que, na minha opinião, esta é uma série muito específica, que vive no limiar da “loucura” narrativa e que obedece a poucas regras. Por esse motivo, vai apelar a um público alvo que privilegie o entretenimento e não tenha expectativas elevadas em termos de complexidade do enredo.
Se foram fãs das temporadas anteriores, diria que vão gostar do ritmo frenético e do humor constante que vai continuar a definir Legends of Tomorrow. Para os restantes, diria que é uma série que devem evitar, dado que não vai acrescentar nada ao universo da DC criado pela CW.
Hugo Cardoso
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