A sexta temporada leva-nos para inúmeros períodos temporais, mas foca-se nas relações interpessoais dos vários membros da tripulação. Conforme referi noutras ocasiões, os guionistas focam-se em criar cenários extremos, com humor constante, que acaba por funcionar, na maior parte dos casos.
A adição de Spooner traz uma energia diferente, assim como o papel mais relevante de Gary, que se converte finalmente num membro da equipa. Adicionalmente, a relação de Astra e Constantine continua a ser extremamente complexa, após os eventos no Inferno. Ava e Sara tentam desesperadamente iniciar a sua vida a dois, sem sucesso.
Diria que o arco narrativo inerente a Bishop, é um dos pontos mais positivos desta temporada, assim como a perda dos poderes mágicos de Constantine. O episódio 10, Bad Blood, é um dos meus preferidos, introduzindo uma fonte mágica, vampiros e uma mudança na dinâmica narrativa, que se converte num dos pontos mais interessantes.
Os derradeiros episódios ficam reservados para a saga dos Zagurons, que se converte em algo verdadeiramente épico e hilariante. Sem revelar demasiado, envolve uma ligação inesperada entre Mick e Kayla, que marcará o fim de um era na equipa. No global, esta sexta temporada tem 15 episódios divertidos, na sua maioria. Está longe de ser algo que recomende, mas tomei a decisão de ver a sétima e derradeira temporada, com o consequente artigo acerca do desfecho desta disfuncional equipa de heróis.
Hugo Cardoso
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