A aventura de Will está longe de terminar, dado que o regresso do Warlock Lord é eminente, graças aos esforços de Bandon. Uma vez mais, Allanon terá de utilizar toda a sua magia para levar de vencida esta ameaça, contando com a preciosa ajuda do Rei Ander, Eretria, Cogline e Gareth Jax, um caçador de recompensas.
Nesta segunda temporada vamos conhecer mais das Quatro Terras, mais concretamente o reino de Leah, governado pela Rainha Tamlin, que tenta forjar uma aliança com os Elfos. Após a sangrenta batalha pela Ellcrys, os Crimson tornaram-se uma ameaça, liderados pelo General Riga, que abomina a utilização de magia. Em consequência, todos os simpatizantes ou praticantes da arte são perseguidos e eliminados, o que coloca um obstáculo adicional para os nossos heróis.
O ritmo é frenético, com batalhas em Paranor, após Bandon ter raptado Flick, o tio de Will, dando início à libertação do Warlock Lord. Sem colocar spoilers, digamos que Allanon terá uma dura batalha, sendo igualmente necessário preparar um novo Druida para o futuro.
Eretria vai igualmente tornar-se numa peça fundamental para a narrativa, sendo finalmente explicada a sua história. Confesso que a primeira temporada é claramente superior, não cometendo os erros básicos que assolam este segundo acto. No geral, o enredo é insípido, com o descartar constante de personagens sem relevância ou impacto para a história, deixando a sensação de um sacrifício inglório. E penso que é nesse ponto que a adaptação da obra de Terry Brooks falha redondamente nesta segunda temporada.
Não gostei igualmente do episódio final, que abre claramente a porta para uma terceira temporada, que, a existir, promete ser um fail de proporções épicas, na minha opinião.
Hugo Cardoso
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