Carolyn Quentin e Piers Taylor estão de regresso, num formato ligeiramente diferente. Nesta temporada, cada episódio corresponde a um País distinto, cabendo a Portugal as honras do segundo episódio.
O critério de escolha continua a ser a arquitectura, aliada à paisagem circundante e o seu respetivo impacto ambiental. Preparem-se para conhecer locais remotos, com micro-climas específicos e que nos fazem pensar que vivemos em autênticas grutas pré-históricas.
Sou um fã desta dupla de anfitriões, que conseguem transmitir a sensação de conhecer algumas das residências mais peculiares e únicas do Mundo. Não se trata de ostentar luxos desnecessários mas sim focar a atenção nos pormenores que fazem toda a diferença no dia a dia, e claro, o conceito prático e por vezes minimalista que tanto aprecio.
Há algum tempo que ambiciono visitar a Islândia, Noruega e Nova Zelândia e esta série conseguiu aumentar ainda mais o desejo, fruto da incrível fotografia que a caracteriza ao longo destes oito episódios.
Recomendo vivamente que invistam tempo nesta fantástica série, que se encontra disponível no Netflix.
Hugo Cardoso
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