O terceiro filme da saga retoma a narrativa no ponto em que John se converte em persona non grata para a High Table. Com uma recompensa de 14 milhões pela sua morte e hordas de inimigos no seu encalço, será necessário um plano elaborado para garantir a sobrevivência.
Temos o inevitável regresso de personagens importantes, nomeadamente, Winston, The Bowery King e Charon, complementado com a adição de figuras do passado de Wick, dos quais se destacam Sofia (Halle Berry) e The Director (Angelica Houston). A narrativa vai levar-nos a locais remotos como Casablanca e tenta explicar a pirâmide hierárquica da High Table, que funciona com regras muitos rígidas e que irão forçar o nosso herói a fazer sacríficios inesperados.
O ritmo frenético de ação permanece inalterado, com cenas gore e batalhas épicas, em que se destacam os alunos de Zero (Mark Dacascos), um assassino implacável que é incumbido de caçar e eliminar John Wick. As coreografias de luta estão muito bem conseguidas, assim como todo as assimetrias das várias zonas étnicas de Novas Iorque que nos são dadas a conhecer.
Parabellum é uma expressão em latim que funciona igualmente como um jogo de palavras para este terceiro filme, que mantém a qualidade dos seus predecessores e lança uma premissa interessante para o quarto filme, que tem data de lançamento para 21 de Maio de 2021.
Hugo Cardoso
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