Mais uma vez fui atraído pelo elenco (Harvey Keitel, Nicholas Cage e Jon Voight). Quanto à trama parecia igualmente interessante: Cage é Benjamin Franklin Gates, um estudioso da história americana e membro de uma família que durante gerações se tem dedicado à busca de um tesouro incalculável.
O filme faz muitas referências à maçonaria e a períodos históricos dos EUA (independência) tendo sempre como pano de fundo a luta contra o mal. Nicholas Cage vê-se obrigado a roubar o documento da Declaração da Independência para poder ter acesso à pista seguinte do tesouro.
A ele juntam-se um informático, uma responsável do governo e o seu pai. Este filme tem cerca de duas horas e vê-se bem. A história tem alguma credibilidade e as interpretações não são más (tinham actores para melhor).
Contudo é um filme demasiado patriótico (porque raio é que o maior tesouro da Humanidade tem que estar nos EUA?) e que a partir de certo ponto se torna “irritante”. Tem um final interessante (cheira-me a sequela) mas esperava mais deste tesouro. Tem no entanto uma grande virtude: não caíu no erro de imitar Indiana Jones.
hugocardoso
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