Depois de alguns anos de hiato, Corgan e Chamberlin resolveram trazer de volta os Pumpkins. Coloco este post depois de ter passado as últimas semanas a ouvir Zeitgeist. O patamar de qualidade musical a que me habituaram é difícil de atingir, e talvez por esse motivo fico de pé atrás em relação ao album.
No cômputo geral é bom, estão lá as melodias “pumpkianas”, a voz inconfundível de Corgan e o ritmo vertiginoso de Chamberlin. Mas falta claramente James Iha para complementar a sonoridade. Em relação ao baixo, tanto D´Arcy como Melissa Auf Der Maur eram bons músicos contudo pouco ou nada se nota a sua falta em Zeitgeist.
A sensação que me fica é que se trata de um bom regresso mas incompleto, quem conhece a sonoridade da banda de Chicago perceberá o que quero dizer. Foi um ressurgimento, que pecou por tardio. Muita pena tenho de não ter podido ir vê-los ao Oeiras Alive… mas essa é outra história. Quanto aos novos elementos Jeff Schroeder (guitarra rítmica), Ginger Reyes (baixo) e Lisa Harriton (teclista) fica a curiosidade de ver a sua interacção com a banda nos espectáculos ao vivo.
Digo isto, porque não participaram no álbum, dado que foi Corgan quem tocou a grande maioria dos instrumentos, um pouco ao estilo de Siamese Dream. Para concluir, o significado de Zeitgeist:
“termo alemão, que se traduz como espírito do tempo, também podendo se utilizar do termo em português para denominá-lo. O Zeitgeist significa, em suma, o nível de avanço intelectual e cultural do mundo, em uma época”
In Wikipedia
Hugo Cardoso
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Sim, goza com os pobres! Que nobre 😯
Eu estive lá… foi muiiiiiiiiiiiiiito bom o concerto no oeiras alive 😛