Sou da geração que cresceu com o clássico jogo Rampage, da Bally Midway. Longe estaria de contemplar um cenário em que 2018 traria uma adaptação cinematográfica deste título, com nomes como Dwayne Johnson, Jeffrey Dean Morgan e Main Akerman no elenco principal.
Confesso que estava muito curioso em validar se o enredo seria minimamente envolvente, face ao produto original mas a realidade é que Rampage é um bom “filme-pipoca”.
A narrativa decorre em torno de Davis Okoye, um primatologista que cria uma ligação muito forte a George, um gorila albino e que revela uma inteligência assinalável. Do outro lado, temos a Energyne, uma multinacional que desenvolve a bordo da Estação Espacial, o programa CRISPR, que através de uma mutação genética, consegue combinar ADN e características únicas de várias espécies num único animal.
Escusado será dizer que tudo vai correr pelo pior, quando uma cápsula com recipientes do vírus cair no Norte da América, contaminando um lobo, um crocodilo e George. As mutações operam mudanças drásticas nos animais, dotando-os de força, camuflagem e inteligência capaz de derrotar o mais poderoso dos inimigos. Okoye tenta a todo o custo reverter a transformação, contando com o apoio da Dra Kate Caldwell e Harvey Russell, um agente do FBI.
As cenas de CGI estão bem conseguidas e a narrativa apesar de básica, consegue adicionar algum humor e gerar empatia para com as personagens, especialmente George e David. Está longe de ser um filme que recomende mas consegue proporcionar momentos de entretenimento puro.
Nota final para o fan service, ao colocarem, como pano de fundo, uma arcade machine de Rampage, nas cenas filmadas no escritório de Claire Wyden.
hugocardoso
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