Após os eventos da segunda temporada, a tripulação viaja até ao ano 3188, para constatar que a Federação perdeu grande parte da sua identidade, devido a um estranho evento apelidado como “The Burn”, em que grande parte do dílitio foi destruído.
Os primeiros dois episódios mostram a viagem solitária de Michael Burnham, que trava conhecimento com Book, um estafeta que transporta “mercadoria sensível. Ao longos dos episódios iniciais, é interessante a interação da equipa com a nova tecnologia, assim como a busca pelo último reduto da Federação.
O motor de esporos da Discovery é uma mais valia incrível neste universo, dado que não utiliza dilítio, que se converteu num material cada vez mais escasso. Vou evitar entrar em demasiado pormenor, mas posso adiantar que vão existir algumas adições à equipa e que a Discovery consegue encontrar a fação sobrevivente da Starfleet, que é liderada pelo Comandante Charles Vance.
Tendo em conta o universo expandido e o lançamento de uma nova série, existe uma saída que, na minha opinião, retira qualidade à narrativa embora, no global, a segunda metade desta temporada seja francamente melhor que a inicial.
A temporada termina com vários cenários em aberto mas converte finalmente Michael Burnham na nova capitã da Discovery. Estou francamente curioso para saber qual será a narrativa escolhida para a quarta temporada, que já se encontra confirmada.
No global, esta temporada tem os seus momentos, elevando claramente a qualidade nos derradeiros três, quatro episódios. Mas, na minha opinião, continua a faltar algo para que Discovery dê o salto warp para o patamar de TNG.
Hugo Cardoso
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