A Netflix continua a apostar forte no lore de The Witcher, introduzindo Blood Origin, que ocorre 1200 anos antes dos eventos da série original. Ao longo de seis episódios, vamos explorar a civilização elfa (Golden Empire) e os eventos que levaram à sua destruição.
No primeiro episódio temos a presença de Jaskier, que é encarregue de cantar esta histórias, a pedido de Seanchai, uma misteriosa Elfa. A narrativa assenta na lenda de sete guerreiros, que se insurgem contra as poderosas forças de Xin’trea. Esta prequela é composta por seis episódios, que vão introduzir Fjall, do Dog Clan e Éile, um membro de um clã rival, que vão acabar por unir forças para derrotar a Princesa Merwyn, que conta com o apoio de Balor, o Druida Mor.
A narrativa está longe de ser brilhante, apesar de ter cenas de ação competentes. Diria que Scían (Michelle Yeoh) acaba por ser a personagem mais interessante, num projeto que pouco acrescentou ao universo de The Witcher. Vou obviamente evitar os spoilers mas diria que o ponto mais alto é a explicação dos eventos que levam à introdução dos humanos em Xin’trea.
Para os fãs desta franquia, diria que existe algum valor em Blood Origin, mas sugiro uma abordagem cautelosa, dado que estamos perante o spinoff menos conseguido até ao momento.
Hugo Cardoso
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